Análise do aprazamento de enfermagem em uma UTI: foco na segurança do paciente / Analysis of nursing aprazamento in an ICU: focus on patient safety

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Gabriella da Silva Rangel Ribeiro
Luana Ferreira de Almeida
Danielle Mendonça Henrique
Flávia Giron Camerini
Larissa Maria Vasconcelos Pereira
Mirian Carla de Souza Macedo

Resumo

Objetivo: Identificar as não conformidades relacionadas ao aprazamento medicamentoso. Método: Trata-se de um estudo transversal, descritivo, com análise documental e abordagem quantitativa, realizado em uma Unidade de Terapia Intensiva Geral de um hospital universitário do Rio de Janeiro. Resultados: Foram analisadas 362 prescrições. As não conformidades encontradas foram: aprazamento com intervalos não condizentes com a prescrição (80,5%), ausência do carimbo do responsável pelo aprazamento (46%), aprazamento em medicações à critério médico ou suspensas (19%), dentre outros. Conclusão: Ações de enfermagem que poderiam ser realizadas como barreiras frente as não conformidades encontradas seriam: continuação da dupla checagem, elaboração de um guia para o aprazamento; um local privativo para a realização do aprazamento ou utilização de uma sinalização na roupa do aprazador e aprazamento com sistema digital a fim de evitar interações.

Descritores: Erros de medicação, Segurança do paciente, Enfermagem de cuidados críticos

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Como Citar
1.
Ribeiro G da SR, de Almeida LF, Henrique DM, Camerini FG, Pereira LMV, Macedo MC de S. Análise do aprazamento de enfermagem em uma UTI: foco na segurança do paciente / Analysis of nursing aprazamento in an ICU: focus on patient safety. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 2º de abril de 2018 [citado 16º de maio de 2022];10(2):510-5. Disponível em: http://www.seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/6113
Seção
Research
Biografia do Autor

Gabriella da Silva Rangel Ribeiro, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Residente de Enfermagem em Terapia Intensiva do HUPE/UERJ

Luana Ferreira de Almeida, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Enfermeira. Doutora em Educação em Ciências de Saúde. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico da Faculdade de Enfermagem da UERJ. Professora convidada do Curso de Especialização em Enfermagem Intensivista da UERJ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Danielle Mendonça Henrique, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico da Faculdade de Enfermagem da UERJ. Professora convidada do Curso de Especialização em Enfermagem Intensivista da UERJ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Flávia Giron Camerini, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgico da Faculdade de Enfermagem da UERJ.Professora convidada do Curso de Especialização em Enfermagem Intensivista da UERJ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Larissa Maria Vasconcelos Pereira, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Residente de Enfermagem em Terapia Intensiva do HUPE/UERJ

Mirian Carla de Souza Macedo, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Residente de Enfermagem em Terapia Intensiva do HUPE/UERJ

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