Adverse event versus medication error: perceptions of nursing staff acting in intensive care

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Patrícia Cabral Ferreira
Anna Livia de Medeiros Dantas
Késsya Dantas Diniz
Kátia Regina Barros Ribeiro
Regimar Carla Machado
Francis Solange Vieira Tourinho

Resumo

Objetivo: Analisar a atuação da equipe de enfermagem na administração de medicamentos em unidade de terapia intensiva. Método: Trata-se de um estudo descritivo, exploratório com abordagem quantitativa desenvoldido com 29 profissionais de enfermagem, no período de 1° de junho a 31 de outubro de 2011. Os dados foram coletados através de observação não participativa e entrevista. Resultados: O estudo demonstrou que 48% dos profissionais não sabiam distinguir entre erro de medicação e evento adverso; 100% da equipe limitou os eventos adversos apenas as alterações clínicas do paciente; a principal atitude da equipe de enfermagem (42% dos enfermeiros e 42% dos técnicos) frete a um erro é a comunicação. Conclusão: Os participantes do estudo apresentaram pouco conhecimento sobre os conceitos de erros de medicação e eventos adversos.

Descritores: Erros de medicação, enfermagem, segurança do paciente, Unidade de Terapia Intensiva.

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Como Citar
1.
Ferreira PC, Dantas AL de M, Diniz KD, Ribeiro KRB, Machado RC, Tourinho FSV. Adverse event versus medication error: perceptions of nursing staff acting in intensive care. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 31º de março de 2014 [citado 28º de setembro de 2022];6(2):725-34. Disponível em: http://www.seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/3088
Seção
Research
Biografia do Autor

Patrícia Cabral Ferreira, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Especialista em Terapia Intensiva pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde (HUOL/UFRN) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal/RN, Brasil. 

Anna Livia de Medeiros Dantas, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Especialista em Terapia Intensiva pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (HUOL/UFRN). Mestranda do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal/RN, Brasil. 

Késsya Dantas Diniz, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Enfermeira do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) – Natal/RN, Brasil. 

Kátia Regina Barros Ribeiro, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Doutoranda em Enfermagem pelo programa de pós-graduação Interinstitucional UFSC/UFRN. Enfermeira da UTI do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL); Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – Natal/RN, Brasil. 

Regimar Carla Machado, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Cirurgia Cardiovascular – UNIFESP. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. (UFRN) – Natal/RN, Brasil.

Francis Solange Vieira Tourinho, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Doutora em saúde da criança e do adolescente pela Universidade Estadual de Campinas. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. (UFRN) – Natal/RN, Brasil. 

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