BE THE ACCOMPANYING MOTHER OF A PREMATURE CHILD

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Nilba Lima de Souza
Ana Dulce Batista dos Santos
Sheila Duarte de Mendonça
Camila Alves Santos

Resumo

Objetivo: compreender como as mães percebem sua vivência como acompanhante do filho prematuro na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Métodos: Estudo qualitativo com dados coletados entre março e junho de 2008 em Natal-RN, com a participação de vinte e oito mulheres e as falas maternas foram tratadas por meio da análise de conteúdo. Resultados: o tempo de permanência como mãe acompanhante é causador de repercussões negativas para as mães, principalmente devido ao relacionamento com a equipe de saúde no que se refere à ansiedade em busca de informações e pouca valorização as necessidades emocionais maternas. Conclusão: Percebe-se que uma boa comunicação entre os profissionais e as mães favorece o seu desempenho como mãe-acompanhante e torna a sua trajetória hospitalar menos desgastante e com mais aprendizado. Sendo o enfermeiro um agente de transformação para uma prática de cuidar mais humanizado.

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Como Citar
1.
Souza NL de, Santos ADB dos, Mendonça SD de, Santos CA. BE THE ACCOMPANYING MOTHER OF A PREMATURE CHILD. R. pesq. cuid. fundam. online [Internet]. 11º de setembro de 2012 [citado 28º de setembro de 2022];4(3):2722-9. Disponível em: http://www.seer.unirio.br/cuidadofundamental/article/view/1871
Seção
Research
Biografia do Autor

Nilba Lima de Souza, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Doutora em enfermagem. Docente do departamento de enfermagem da UFRN.

Ana Dulce Batista dos Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Enfermeira. Mestre em enfermagem pelo programa de pós graduação em enfermagem da UFRN.

Sheila Duarte de Mendonça, Maternidade Escola Januário Cicco

Camila Alves Santos, Secretaria estadual de saúde do Rio Grande do Note

Secretaria Estadual de Saúde. Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel

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